quinta-feira, 28 de março de 2013

Ele está conosco


imagem Fano

Deus está presente em todos os momentos de nossa vida, mas infelizmente nem sempre nossos olhos estão abertos para enxergar sua presença. Às vezes os problemas parecem tão grandes que nos esquecemos de que se comparados ao que já temos de bom, são apenas uma gota d’água. Mas Deus é um Pai amoroso e mesmo percebendo que nos falta confiança, Ele permanece ao nosso lado.
Mesmo que não consigamos ver, Ele está conosco. Mesmo que os problemas pareçam grandes demais, Ele está conosco. Jesus nos ama de tal forma que quis estar conosco até o fim dos séculos e por isso nos mandou de presente seu corpo e sangue, para que Ele pudesse fazer morada em nós.
Que nesse dia em que recordamos a Instituição da Eucaristia, possamos parar e agradecer a Jesus por continuar sendo presença viva no meio de nós. E peçamos a Ele a graça de ser sempre uma boa morada para recebê-lo em nosso coração. 
por Fabiana Souza

domingo, 24 de março de 2013

Uma rosa tem espinhos?


por Sandra Mara (Leiga Marista de Curitiba)



É sabido que a rosa é o símbolo de Maria, uma flor que faz jus a essa mulher tão perfeita e tão singular.

Na verdade o símbolo de Maria não tem espinhos e sim acúleos (falso espinho)!  E qual é a diferença?

Os espinhos nascem no interior da planta, já os acúleos estão na parte externa do corpo da flor (caule), é de fácil retirada e não danifica o seu interior. Em um sentido figurado, assim acontece com as pessoas, os acúleos não prejudicam a alma e nem o coração se soubermos enxergar e entender a diferença, como fez Maria.

Deus em Sua imensa sabedoria, não deu a Maria e nem a nós um peso maior do que aquele que podemos carregar. ELE nos dá os ‘acúleos da vida’, ou seja, situações e problemas que podem ser retirados, esclarecidos e superados em momentos certos, no momento de DEUS.
  
Contudo esses acúleos deixam cicatrizes, não para mostrar os nossos sofrimentos, nos colocando em uma situação de infelicidade, de abandono ou pior ainda de vítimas, mas para nos lembrar que somos valentes guerreiros(as). Fomos marcados sim, porém superamos cada obstáculo e nos transformamos em pessoas melhores, mais ricos em discernimento e sabedoria, os quais nós conseguimos através das experiências não tão perfumadas que a vida nos oferece.

Maria sangrou e sentiu a dor dos acúleos nas dificuldades e limitações impostas a toda mulher da sua época e nem por isso ela desanimou ou desistiu de ser instrumento da misericórdia Divina, para que o projeto de DEUS fosse concretizado na pessoa de seu FILHO JESUS. Seu coração permaneceu belo e manso, porque ela confiou e depositou tudo nas Mãos do Senhor dizendo ‘SIM’, um sim de entrega, um sim de... ‘SEJA FEITA A VOSSA VONTADE, ASSIM NA TERRA COMO NO CÉU... ’ e dessa maneira confiante Maria foi cumprindo a sua missão, como a serva do SENHOR, como uma mulher de:

- Fé e atitude;
- Obediência e gratidão;
- Humildade e gentileza;
- Silêncio e espera;
- Reflexão e ação.

Maria mostra-nos claramente que não importa os espinhos, mas sim termos uma bela flor dentro do nosso peito, chamada FÉ cuja seiva é o AMOR de um DEUS Onipotente e Onipresente que habita em cada um de nós, alimentando e nos dando força e proteção. E a exemplo de Maria devemos confiar no Grande Mistério, de que tudo chegará no momento e na medida certa, nem mais, nem menos. Que devemos ter fé e interagirmos com DEUS, deixando esse amor fluir sem nenhuma dúvida do SEU poder em nossas vidas. E assim descobriremos que os nossos acúleos não nos levam ao fundo do poço, mas aos braços do PAI.
                                                                                                          
   “O essencial é invisível aos olhos, porque é para ser visto com o coração” (A. de Saint-Exupéry).

quarta-feira, 20 de março de 2013

O Rio será marista




Que tal se preparar para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) de um jeito diferente, vivendo a espiritualidade Marista junto a maristas de vários lugares do Mundo?

Essa é a proposta do Encontro Internacional de Jovens Maristas que acontecerá de 17 a 21 de julho de 2013, no Colégio Marista São José na cidade do Rio Janeiro. Com o tema: Um coração que sonha e o lema Discípulos de Jesus, semeadores de vida, o encontro reunirá jovens leigos e religiosos dos ramos da Sociedade de Maria, para partilharem da espiritualidade e do jeito de ser Marista.

O encontro surgiu há três anos em Sidney, quando a cidade foi palco da Jornada Mundial da Juventude. Segundo o padre José Maria, superior dos Padres Maristas no Brasil, “a ideia surgiu pelo desejo de partilhar nossa espiritualidade para os jovens, especialmente no momento da JMJ, onde jovens do mundo inteiro se reúnem para partilhar seu jeito de ser, trocar experiências, encontrar com outros jovens e outras culturas”.

encontro em Madri
O evento tem como principais objetivos propiciar o aprofundamento da espiritualidade Marista; rezar e celebrar a vocação e missão maristas, preparar-se enquanto maristas para o encontro com o Papa Francisco, além de proporcionar a convivência de jovens maristas de diferentes países e ramos da família marista.

Apesar de ser um encontro para jovens maristas, o evento é aberto para todas as pessoas que queiram compartilhar da espiritualidade marista, do seu jeito de ser. Podem participar jovens a partir de 16 anos, sendo que os menores de idade precisam da autorização dos pais ou responsável.

Maristas reunidos em Madri
A inscrição tem o valor de R$ 1.015 (um mil e quinze reais) e inclui a participação no Encontro Internacional de Jovens Maristas (17 a 21 de julho), no Festival Marista, (22 de julho) e na Jornada Mundial da Juventude (23 a 28 de julho). O valor cobre ainda os custos relacionados com a hospedagem (alimentação, limpeza, segurança) e com o encontro (material, camiseta, tradução simultânea, visita ao Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida)

Os interessados podem entrar em contato com o secretário do evento, irmão Ailto Portechel pelo email ailto45@hotmail.com. As inscrições podem ser feitas até 31 de maio.

O Encontro Internacional Marista é organizado pelos Ramos da Sociedade de Maria, Família Marista, Padres, Irmãos, Irmãs Maristas e Irmãs Missionárias da Sociedade de Maria.

Aguardamos Você!

cartunista Zé Antonio

sexta-feira, 15 de março de 2013

A mulher na Igreja

Aproveitando que março é um mês que muitos dizem ser dedicado à mulher, trazemos a vocês algumas reflexões propostas pelo nosso grupo sobre o papel da mulher na Igreja à luz da carta apostólica Mulieris Dignitatem do Papa João Paulo II


fonte: web


Roteiro para o encontro do grupo de leigos


Reflexão Inicial: A igreja de Cristo foi e é formada por homens e mulheres que entregaram e entregam suas vidas em favor do projeto da Salvação. Na história do povo de Deus, inúmeros homens fizeram alianças com Deus, mas foi por meio do sim de uma mulher que o plano da nova e eterna aliança começou a se concretizar. Isso demonstra que Deus não faz distinção entre homem e mulher, o que contraria o pensamento dominante na época, no qual a mulher seria inferior ao homem.

Oração: Mãe Santíssima, mãe terna, mãe cheia de graça, ajuda-nos a exercitar suas virtudes e a imitar teus exemplos. Ensina-nos a ter esperança na Salvação conquistada por teu filho Jesus. A sermos fiéis às leis de Deus, para que diante das dificuldades, não desanimemos. Ensina-nos como ensinastes a Jesus, a promover a justiça e a paz. Queremos amar, como tu amastes e perdoar como perdoastes. (pe. Reginaldo Manzotti)


Apresentação do tema e reflexões:

“Deus criou o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou, homem e mulher os criou” (Gên 1, 27). Esta passagem concisa contém as verdades antropológicas fundamentais: o homem é o ápice de toda a ordem criada no mundo visível; o gênero humano, que se inicia com a chamada à existência do homem e da mulher, coroa toda a obra da criação; os dois são seres humanos, em grau igual o homem e a mulher, ambos criados à imagem de Deus. (Mulieris Dignitatem)

“Maria é para nós esse exemplo de doação e como mulher nos ensina a ser essa presença missionária, com firmeza na fé, sem perder a ternura e o jeito feminino de ser. Nós somos chamadas a renovar a Igreja, porém, essa renovação começa dentro de nós mesmas. Antes de renovar a Igreja, temos que renovar o nosso coração e a nossa mentalidade. A conversão é interior. Exige postura. Não podemos ficar em cima do muro. Temos que acolher esse amor misericordioso de Deus na nossa vida e, basta nos tornarmos pequenas para que tal amor floresça.  [...] Em primeiro lugar, devemos nos amar, nos valorizar como mulheres. Cuidar de nós mesmas para sermos dom para os /as outras/os. A mulher quando não é amada, ela se deforma na sua alma e no seu corpo.” (irmã Maria Herosina Gomes Rodrigues/ Maria Presente na Igreja Primitiva)


Leitura evangélica: Ef 5, 25-31


“Maridos, amai as vossas mulheres como Cristo amou a Igreja e se entregou por ela [...]. Assim os maridos devem amar as suas mulheres, como a seu próprio corpo. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo”.


Reflexão e discussão para o grupo:

Não há amor maior o que o de Jesus por sua Igreja. Este é o desafio que o texto coloca aos homens e também as mulheres. Cristo amou tanto sua Igreja a ponto de se entregar inteiramente a ela. Assim também o marido deve amar sua esposa, de modo que na relação entre eles não existam diferenças. Um não é maior ou melhor que o outro, mas ambos são iguais diante de Deus. As atitudes de Jesus frente às mulheres demonstram que Ele, diferentemente dos homens de sua época, valorizava a mulher. Cristo fazia tudo o que estava ao seu alcance para que as mulheres reconhecessem no seu ensinamento e no seu agir a subjetividade e dignidade que lhes são próprias.

Meditando no que os Evangelhos dizem sobre o comportamento de Cristo com as mulheres, podemos concluir que como homem, filho de Israel, ele revelou a dignidade das “filhas de Abraão”(cf. Lc 13, 16), a dignidade possuída pela mulher desde o “princípio” em igualdade com o homem. E, ao mesmo tempo, Cristo colocou em evidência toda a originalidade que distingue a mulher do homem, toda a riqueza a ela conferida no mistério da criação. No comportamento de Cristo em relação à mulher realiza-se de maneira exemplar aquilo que o texto da Carta aos Efésios exprime com o conceito de "esposo". Precisamente porque o amor divino de Cristo é amor de Esposo, esse amor é o paradigma e o exemplar de todo amor humano, particularmente do amor dos homens-varões. (Mulieris Dignitatem).

Na história da Igreja, desde os primeiros tempos existiam — ao lado dos homens — numerosas mulheres, para as quais a resposta da Esposa ao amor redentor do Esposo adquiria plena força expressiva. Como primeiras, vemos aquelas mulheres que pessoalmente tinham encontrado Cristo, tinham-no seguido. [...] O mesmo se repete no decorrer dos séculos, como demonstra a história da Igreja. A Igreja, com efeito, defendendo a dignidade da mulher e a sua vocação, expressou honra e gratidão por aquelas que — fiéis ao Evangelho — em todo o tempo participaram na missão apostólica de todo o Povo de Deus. Trata-se de santas mártires, de virgens, de mães de família, que corajosamente deram testemunho da sua fé e, educando os próprios filhos no espírito do Evangelho, transmitiram a mesma fé e a tradição da Igreja. Também em nossos dias a Igreja não cessa de enriquecer-se com o testemunho das numerosas mulheres que realizam a sua vocação à santidade. As mulheres santas são uma personificação do ideal feminino, mas são também um modelo para todos os cristãos, um exemplo de como a Esposa deve responder com amor ao amor do Esposo.

Nós, enquanto Maristas - padres, irmãs, irmãos, leigos e leigas - somos chamados a seguir o ideal de nossos fundadores no caminho de uma sociedade fraterna e justa, onde seja valorizada e reconhecida a vocação de cada homem e de cada mulher, onde homens e mulheres sejam amados e respeitados em toda a beleza da dignidade que Deus lhes conferiu. Somos chamados a construir a Igreja mariana... somos chamados a construir a Sociedade de Maria.

Confira a carta do Papa aqui. 


Roteiro produzido pelo nosso grupo para o encontro de leigos em outubro de 2012 que teve como tema a carta apostólica Mulieris Dignitatem  do santo padre o papa João Paulo II.

domingo, 10 de março de 2013

Retratos Maristas

Olá pessoal, nosso blog estréia hoje uma nova sessão: Retratos Maristas. A cada mês apresentaremos um membro do nosso grupo de leigos de BH. 

por Fabíola Souza 

Maria de Lourdes Pinheiro de Sousa, mais conhecida por nós como dona Maria, nasceu na zona rural de Abre Campo e é mineira, mineira, mesmo! Ela começa nossa conversa se desculpando pela simplicidade de suas palavras. No entanto, mal sabe nossa querida dona Maria, a riqueza de valores e lições de vida que se escondem por traz de sua simplicidade e que agora, neste breve texto, busco partilhar com vocês.

Dona Maria é e sempre foi uma mulher batalhadora e de muita fé. Ainda menina, dividia o tempo entre o trabalho na roça com o pai e os afazeres domésticos com a mãe. Sendo sua mãe também responsável por seus primeiros passos como cristã e mais especificamente por sua estreita e amorosa relação com Maria. 

“Desde novinha que eu sou devota de Maria, porque minha mãe me ensinou muito sobre a vida de Maria. Até a comida que ela fazia, ela tinha mania de ensinar a gente a fazer como Maria fazia. É como se ela tivesse trabalhado junto com Maria. E aquilo me chamava muita atenção”.

Padre José Maria, Padre Deonor e Dona Maria em Sombrio- SC
Além da devoção a Maria, a infância da nossa Maria foi marcada pelo desenvolvimento de uma característica que passou a acompanhá-la por toda a vida, e acho que podemos dizer, que hoje é sua marca registrada: a conversidade. Sim, isso mesmo, a conversidade é a palavra que encontramos para descrever uma pessoa que conversa muito e que tem sempre uma resposta na ponta da língua. Dona Maria nos apresentou o termo “conversado” e por incrível que pareça ele caiu como uma luva em muitos de nós, maristas de BH. 

Ao nos explicar seu jeito conversado de menina, dona Maria, nos dá uma lição do que é ser marista, da proposta de ser presença para aqueles que são rejeitados pela nossa sociedade. 

“A minha mãe me achava muito conversada. Eu não me achava não, porque era daquilo que eu gostava. Quando chegavam aquelas pessoas bem velinhas na nossa casa na roça, eu gostava de sentar perto daquelas pessoas que andavam sujas, mas sujas mesmo. Quando eles chegavam na casa do meu pai eu sentava pertinho deles, mesmo sem nunca ter visto e ficava perguntando, conversando com eles o tempo todo. Isso pra mim era muito importante. Aí quando a pessoa ia embora, minha mãe me chamava a atenção. Aí eu dizia: 'Ah, mãe mas eu gosto de conversar com essas pessoas. Essas pessoas precisam mais da gente, do que aquelas que estão aqui todos os dias’. ”

Dona Maria, Irmão Ailto e Fabiana na missão em Sombrio - SC
Nossa Maria cresceu, se casou com seu Laércio, mais conhecido por Lalá, teve filhos e hoje já é avó e bisavó. Mas algumas coisas não mudaram. Dona Maria continua batalhadora, conversada e acima de tudo uma mulher que é exemplo de fé e amor. 



Conheça um pouco mais da nossa dona Maria, nesse vídeo: 

cinegrafista: Luiz Antônio







sexta-feira, 8 de março de 2013

Simplesmente inspiradora

por Fabiana Souza 
o rosto de Maria está em cada uma de nós


Hoje é um dia dedicado às mulheres. E em um dia dedicado a nós mulheres, eu não poderia deixar de falar da mulher que inspira a tantas outras: Maria.

Os mais desavisados poderiam se perguntar “Como uma mulher que viveu há mais de dois mil anos atrás, poderia inspirar as mulheres de hoje, se as mulheres de hoje em dia são tão diferentes?”. Para responder a essa pergunta, vou falar um pouco sobre como ela me inspira.

Ao falar de Maria em minha experiência como catequista, eu sempre gosto de mostrar aos meus catequizandos como ela foi corajosa. Maria tinha tudo para dizer não à proposta do anjo Gabriel.  Se levarmos em consideração a situação das mulheres no contexto social da época, as regras que lhes eram impostas e principalmente a punição dada àquelas que iam contra a lei da época, ela tinha todos os motivos para hesitar. Mas o que vemos não foi hesitação, mas um belo “sim”. E a coragem do “sim” dessa admirável mulher, contribuiu para que a maior prova de amor que já existiu fosse dada ao mundo: a missão de Jesus.

Maria é exemplo da mulher corajosa que luta para o bem dos que estão a sua volta. É exemplo de um olhar sempre atento às necessidades dos outros, mesmo que seja a falta de vinho. É exemplo de humildade, pois não deixou que a grandeza de sua missão a tornasse orgulhosa. Ela é exemplo de fortaleza, pois acompanhou seu filho até a morte na cruz. Ela é exemplo de fé, pois no dia em que deu o seu sim, se abandonou a vontade de Deus, entregando a Ele sua vida.

Maria me inspira em tudo isso. Em sua coragem, fortaleza, humildade e fé. Olhar seu exemplo me faz querer ser melhor a cada dia, tentando reconhecer a vontade de Deus e sua mão carinhosa a me guiar no caminho.

E vocês, queridos leitores e leitoras? No que ela os inspira?

domingo, 3 de março de 2013

O simples que transforma

por Fabiana Souza 


É muito interessante como uma frase pode nos tocar profundamente. Foi exatamente o que aconteceu comigo alguns dias atrás, ao me deparar com a seguinte frase: “Muitas pessoas pequenas, fazendo coisas pequenas, podem mudar o mundo. (Eduardo Galeano)”.
Como essa frase é verdadeira. São muitos os exemplos de pessoas que com atitudes simples fizeram a diferença onde viviam, pois inspiraram a outros e unidos fizeram a diferença.
Não é preciso ser um grande líder para mudar o mundo. Mas muitas vezes, achamos que a responsabilidade pela mudança está apenas nas mãos dos poderosos e nos esquecemos de que essa responsabilidade também é nossa.
Nos indignamos perante as injustiças, mas não fazemos nada para mudar, pois nos vemos pequenos demais para isso. E nesse jogo de responsabilidades acabamos questionando Deus e nos perguntamos o porquê de Ele não fazer nada para mudar o mundo?
Mas no fundo já sabemos a resposta. Porque Ele escolheu contar comigo e com você. Mas eu sou apenas uma jovem, um pai de família, uma criança. Como posso mudar o mundo?
Através de coisas simples.  Deus não nos pede atos grandiosos. Basta amar. Pois quem ama é capaz de perceber a necessidade do outro. Mesmo que ela seja uma bolsa pesada em um ônibus.
Mas infelizmente amar não é fácil, pois nossos olhos estão tão voltados aos problemas do dia a dia ou a questões “maiores”, que nos esquecemos de olhar as pequenas coisas e perdemos a oportunidade de mudança que nos é dada a cada dia.
Achamos  que a mudança acontece apenas nas grandes coisas. E nos esquecemos de que ela começa em cada um de nós.
Fazer a diferença é algo mais simples do que parece. Basta ter o olhar atento. Esse é o convite que faço a você.